A relação treinador-jogador é a mais importante do balneário e quase não se trabalha. Não porque não importe, mas porque ninguém te deu um método para o fazer com vinte e cinco pessoas ao mesmo tempo.
Tomas duzentas decisões de comunicação por semana com o plantel. Nenhuma delas passa pelo psicólogo. Todas passam por ti.
«Isto não pode voltar a acontecer» é desafio para um perfil e ataque pessoal para outro. O tom foi igual. O efeito foi oposto.
Há quem tenha influência real sem ter braçadeira, e capitães que o grupo não segue. Decidir sem esse mapa gera resistência silenciosa.
Quando o rendimento cai nos números, o problema já lá está há semanas. Os sinais estavam no comportamento, não na estatística.
Cria uma voz nova no balneário e continua a não estar lá às sete da manhã. Quem precisa de ler as pessoas és tu.
A exigência mantém-se igual para todos. O caminho até lá é que muda.
Podes começar por perceber-te a ti e ao teu grupo, ou ter alguém ao teu lado durante a época inteira.
O teu perfil e o do plantel, lidos e devolvidos em linguagem de trabalho, não de manual.
Alguém ao teu lado durante toda a época, nos momentos em que as decisões custam caro.
Não publicamos valores porque depende da dimensão do plantel, do tempo de trabalho e de quantos elementos da equipa técnica envolves. Fala connosco para uma proposta ajustada, sem compromisso.
A formação em leitura de perfis e comunicação está pensada para equipas técnicas inteiras: adjuntos, preparadores físicos, treinadores de guarda-redes e analistas. Vive na página de clubes.






Tinha vinte e cinco jogadores e uma só forma de falar com eles. Hoje sei que essa era a parte que me estava a custar pontos.Treinador principal · identidade protegida
Não mudei quem sou como treinador. Mudei a forma como chego a cada um deles, e isso mudou o balneário.Treinador da Liga 2 · identidade protegida
Sem compromisso. Contas-nos o que tens pela frente esta época e dizemos-te o que faríamos.